SindimotoSP leva demandas dos motociclistas para o prefeito de São Paulo Bruno Covas

O SindimotoSP esteve com o prefeito Bruno Covas na sede da prefeitura, centro da cidade, para tratar demandas da categoria e interesses de quem anda de motocicleta pelas vias públicas municipais.

Na pauta da reunião foi relatado a necessidade urgente de campanhas de trânsito específicas para motociclistas no sentido de reduzir acidentes envolvendo motos. Também se falou sobre a questão da falta de estacionamento para motofretistas já legalizados e que é preciso mais bolsões de estacionamento para motocicletas com placa vermelha.

Outro assunto amplamente discutido e que precisa de soluções urgentes é a revisão da Lei Municipal 14491, que regulamenta em São Paulo o motofrete. Diante das dificuldades que os motociclistas profissionais enfrentam para se regulamentar, a desburocratização dos processos facilitaria a padronização. Além da revisão, importante é oferecer incentivos a eles para que se regularizem.

Os cursos obrigatórios do Contran também estiveram na pauta. O SindimotoSP entende que o Cetet (Centro de Treinamento e Educação de Trânsito ) pode ser utilizado e ser canal capacitor com cursos gratuitos, já que possui estrutura para ministrar o curso. Aliás, em reunião anterior já ficou acertado uso do espaço também para qualificação de motoboys através do Curso Obrigatório de 30 Horas do Contran.

O SindimotoSP ainda sugeriu que a criação dessas políticas públicas para motofretistas e motociclistas possam ser financiadas com recursos do Fundo Municipal de Desenvolvimento de Trânsito (FMDT). Outras reuniões serão agendadas para dar sequência nas tratativas discutidas na ocasião.

O SindimotoSP esteve com o prefeito Bruno Covas na sede da prefeitura, centro da cidade, para tratar demandas da categoria e interesses de quem anda de motocicleta pelas vias públicas municipais.

Na pauta da reunião foi relatado a necessidade urgente de campanhas de trânsito específicas para motociclistas no sentido de reduzir acidentes envolvendo motos. Também se falou sobre a questão da falta de estacionamento para motofretistas já legalizados e que é preciso mais bolsões de estacionamento para motocicletas com placa vermelha.

Outro assunto amplamente discutido e que precisa de soluções urgentes é a revisão da Lei Municipal 14491, que regulamenta em São Paulo o motofrete. Diante das dificuldades que os motociclistas profissionais enfrentam para se regulamentar, a desburocratização dos processos facilitaria a padronização. Além da revisão, importante é oferecer incentivos a eles para que se regularizem.

Os cursos obrigatórios do Contran também estiveram na pauta. O SindimotoSP entende que o Cetet (Centro de Treinamento e Educação de Trânsito ) pode ser utilizado e ser canal capacitor com cursos gratuitos, já que possui estrutura para ministrar o curso. Aliás, em reunião anterior já ficou acertado uso do espaço também para qualificação de motoboys através do Curso Obrigatório de 30 Horas do Contran.

O SindimotoSP ainda sugeriu que a criação dessas políticas públicas para motofretistas e motociclistas possam ser financiadas com recursos do Fundo Municipal de Desenvolvimento de Trânsito (FMDT). Outras reuniões serão agendadas para dar sequência nas tratativas discutidas na ocasião.

Demandas discutidas na reunião

Cumprimento das regras de segurança e de trânsito pelas empresas de aplicativos de motofrete.

Campanhas de educação de trânsito voltadas para redução de acIdentes.

Política de estacionamento de bolsão.

Revisão da Lei Municipal 14.491.

Incentivos a regulamentação por parte do município.

Expansão da capacitação de treinamento da CET para motociclistas profissionais.