Uber Eats deixa motoboy com pé amputado a própria sorte

Felipe Pereira Bockor, de apenas 21 anos, estava há 1 ano e 6 meses trabalhando para à Uber Eats quando sofreu o acidente. Parado num dos semáforos da Avenida Nações Unidas durante uma entrega, sequer imaginava que sua vida mudaria em questões de segundos. No sinal verde, acelerou e saiu, quando mais a frente um carro saindo de uma ponte pegou-o de frente, resultando em internação imediata no hospital em que ficou 11 dias. Foram duas cirurgias e, infelizmente, uma amputação do pé.

Já se passou mais de um mês e até aqui, a Uber Eats não deu sinal de vida. Não se sabe o motivo. Como não pode esperar, tem sido ajudado por familiares e amigos, já que não tinha seguro de vida. Tenta agora voltar a ter uma vida normal e buscará aposentadoria por invalidez.

Felipe, assim como tantos outros motoboys, trabalhava de 12 a 13 horas por dia, durante toda a semana ininterruptamente. Só assim conseguia um salário suficiente para pagar algumas contas e os custos com à motocicleta, gasolina e outros gastos. 

Agora, pensa em se recuperar e ir atrás de seus direitos, enquanto a empresa, como tantas outras de aplicativos que exploram o setor de motofrete, seguem com seus lucros milionários e sem preocupar-se com seus trabalhadores que estão trabalhando mais por menos, acidentando-se e ficando com sequelas irreparáveis ou o mais triste: vindo á obito no exercício da profissão.

Se desejar ajudar Felipe, deposite qualquer quantia no Bradesco – Agência 1823 / conta corrente 0018710-0 / CPF: 473.298.818-05.

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