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Destaque Sem chance

Aumento de ICMs impacta negativamente no setor de motofrete e salta de 12% para 13,3% para compra e 1,8% para 5,5% para revenda de motocicletas

Por conta disso, SindimotoSP enviou ofícios com o pedido de inclusão para as secretarias municipais da Saúde e Mobilidade e Transportes de São Paulo. Reunião para tratar do assunto será marcada em breve.

13/04/2021 16h30
Por: Redação
Divulgação
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Os motoboys estão revoltados com o aumento do ICMs no estado de São Paulo. O SindimotoSP, que representa mais de 500 mil motoboys, tem recebido diversas reclamações sobre o assunto em sua sede, na capital. Tanto profissionais quanto o sindicato entendem que esse aumento pode gerar desemprego, já que devido a recessão por conta da pandemia, empresas estão fechando e milhares de motoboys precisam trocar de moto, já que a Lei Municipal 14.491 (capital SP) exige motos com até 8 anos de uso.

 
Há 3 anos o setor não tem reajuste, o que diminui o poder de compra do motociclista e o impede de trocar sua motocicleta por uma mais nova, potencializando o risco de acidentes onerando o setor de saúde pública municipal.
 
Nos ofícios enviados ao Governador João Dória e o Secretário da Fazenda Henrique Meirelles, solicitando revisão da decisão para que os motociclistas não tenham aumento nos valores das motocicletas, o SindimotoSP espera que milhares de profissionais motociclistas possam trocar suas motos, porque apesar do isolamento da sociedade, os motofretistas continuam na linha de frente e exercendo a profissão.
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