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Motofrete São Paulo CPI dos Apps em SP

Na CPI dos apps, empresa se recusa a fornecer informações e deixa parlamentares indignados

A Vai Car foi a primeira empresa que atua com apps a recusar pedido de explicações para à CPI, deixando os vereadores irritados. Na reunião que aconteceu dia 26, parlamentares também ouviram depoimento do diretor do DTP.

02/11/2021 07h28 Atualizada há 1 mês
Por: Redação Fonte: Jornal A Voz do Motoboy - Câmara Municipal de SP
Divulgação
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A CPI dos Aplicativos que acontece na Câmara Municipal de São Paulo e investiga supostas irregularidades na exploração dos serviços de transportes de passageiros e entregas de pequenas mercadorias por motocicletas na capital, começou sob tensão a reunião do último dia 26/10.

Logo no começo da leitura da ordem do dia, os vereadores ficaram indignados com a recusa da empresa Vai Car em fornecer informações requeridas na sessão anterior. Depois de discursos incisivos, os parlamentares em tom de ameaça informaram que a empresa vai ter que se submeter aos questionamentos solicitados porque faz parte da investigação, mesmo que seja sob liminar e até visita dos próprios vereadores na sede da empresa com a Guarda Civil Metropolitana, caso contrário sofrerá sanções jurídicas por desrespeitar a CPI.

Na sequência, o diretor do Departamento de Transportes Públicos (DTP) de São Paulo Roberto Cimatti, prestou esclarecimentos sobre o controle de documentação de veículos e condutores vinculados às operadoras de tecnologia de transportes credenciadas, além de ser questionado sobre o papel do DTP na fiscalização das empresas de aplicativos.

Os parlamentares ainda pediram explicações sobre a fiscalização de veículos ligados aos aplicativos, sobre autuações e apreensões de automóveis provocados pela falta de informações que deveriam ser cadastradas pelas empresas de transporte de aplicativos, sobre a estrutura do DTP, entre outros. Algumas perguntas não foram respondidas por Cimatti, que deverá fornecer respostas até a próxima audiência.

No caso dos entregadores de apps que atuam no delivery, no market place (que realizam entregas para o Mercado Livre, por exemplo) e outros setores do motofrete, os vereadores fizeram questionamentos sobre como estão as fiscalizações referentes aos transportes de pequenas mercadorias por motocicletas,  documentações exigidas pela prefeitura etc. Novamente, algumas perguntas ficaram sem respostas levando os vereadores a concluir que existe na cidade um forte indício de irregularidades da parte das empresas de aplicativos, bem como omissão na fiscalização dos órgãos públicos.

A próxima reunião da CPI dos Apps será dia 9/11 com depoimentos de outros convocados, presença de autoridades públicas e da Vai Car, como frisou os vereadores.

Para saber mais, leia CPI dos Apps amplia investigação para empresas de delivery e ouve secretário-executivo do CMUV

Leia também MPT transforma trabalho por aplicativo em história em quadrinhos

 

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