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Motofrete São Paulo 1ª sessão de 2022

CPI dos Apps recomeça em SP; Loggi e Rappi deixam perguntas sem respostas

Em reunião nesta terça-feira (8/2), à Comissão coletou depoimentos de representantes das empresas de aplicativos sobre a operação das plataformas no setor e a relação com os entregadores

08/02/2022 16h33
Por: Redação Fonte: Jornal A Voz do Motoboy
Divulgação CMSP - Imagem Internet - Youtube
Divulgação CMSP - Imagem Internet - Youtube

Está longe de acabar à CPI dos Apps que investiga supostas irregularidades das empresas que operam no motofrete via aplicativos na capital paulista. Fraude fiscal, evasão de divisas e precarização das relações trabalhistas são algumas das situações que estão sendo, por enquanto, apuradas. Até aqui, as empresas convidadas não têm levado a sério o assunto e, quando comparecem, deixam mais dúvidas do que afirmações.

Hoje, por exemplo, o primeiro a ser ouvido pelos vereadores na Câmara Municipal de São Paulo, foi Vitor Magnani (Diretor de Relações Institucionais) da Loggi Tecnologia. Em seu depoimento considerado não conclusivo, o que mais chamou atenção dos parlamentares foi ele afirmar que a Loggi não entrega comida, o que gerou momentos de tensão na Câmara.

Durante todo o tempo em que foi questionado pelos vereadores, o representante da Loggi não respondeu de forma prática a uma série de questionamentos relacionados à operação da empresa, remuneração e benefícios aos motofretistas, que sofrem com a precarização trabalhando cada vez mais horas por menos remuneração.

Já a Rappi, foi representada pela gerente de Políticas Públicas Anna Carvalhido, que depôs acompanhada por advogadas. Em resposta a questionamento específico de relação trabalhista com os entregadores, ela detalhou que essa é uma questão cível, uma vez que os entregadores se cadastram na plataforma e têm autonomia para aceitarem as entregas que acharem mais convenientes, o que foi rechaçado duramente por entregadores que acompanhavam o evento online.

Os parlamentares também não concordaram com suas respostas e as do representante da Loggi. Assim, aprovaram requerimentos convidando outras pessoas que trabalham para as empresas presentes para mais qustionamentos.

Vale ressaltar que as empresas já foram sentenciadas pelo Ministério Público do Trabalho, depois de denúncias feitas pelo SindimotoSP e Febramoto, porém, recorreram e ações civis públicas correm no Judiciário.

A reunião foi conduzida pelo vice-presidente da CPI, vereador Marlon Luz (MDB). Também participaram o presidente da Comissão, vereador Adilson Amadeu (DEM), o relator dos trabalhos, vereador Camilo Cristófaro (PSB), e os vereadores Dr. Sidney Cruz (SOLIDARIEDADE), Gilson Barreto (PSDB), Luana Alves (PSOL) e Senival Moura (PT).

CLIQUE AQUI e leia todo o histórico da CPI do Apps.

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